APOSENTADOS E PENSIONISTAS
Boletim do Aposentado e Pensionista do Sindireceita Amazonas
"Café Jurídico" - Dia 08 de novembro de 2012
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| Informativo do Sindireceita Amazonas enviado pelo correio para todos os aposentados/pensionistas do Amazonas. |
Presidente do INSS defende mudanças na aposentadoria, com prazos mais longos de contribuição
Brasília - O tempo mínimo de contribuição dos trabalhadores celetistas (regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho) para a Previdência Social, que garante direito à aposentadoria, poderá ser alterado em função da elevação da expectativa de vida da população brasileira, constatada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Hauschild, essa é uma das mudanças que poderão dar sustentabilidade ao sistema no futuro.
Atualmente, para se aposentar, é preciso contribuir por, no mínimo, 30 anos, no caso das mulheres, ou 35 anos, no caso dos homens. Na aposentadoria por idade, só a partir dos 60 anos de idade (mulheres) ou 65 anos (homens), regra que também poderá ser reconsiderada. Os segurados podem requerer aposentadoria quando completam qualquer uma das duas exigências básicas. Se esperar o cumprimento das duas exigências, o valor do benefício fica mais alto.
Mauro Hauschild falou sobre o assunto ao programa Brasil em Pauta desta quarta-feira (28), produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.
Hauschild disse que a "necessidade de mudanças" é grande porque já há segurado recebendo aposentadoria por tempo superior ao que levou contribuindo para o sistema quando estava em atividade. A mudança das regras, segundo ele, deverá evitar o agravamento do deficit da Previdência nos próximos 10 a 15 anos. Este ano, a conta deverá ficar negativa em R$ 40 bilhões.
"Não há nada decidido ainda, temos que discutir isso com a sociedade, a fim de que fique garantido o futuro daqueles que estão contribuindo e que não podem vir a ser prejudicados", disse Mauro Hauschild.
Outra conta deficitária preocupa o governo: o déficit anual no pagamento das aposentadorias dos servidores públicos federais, que chega a R$ 48 bilhões e corresponde a um universo de aposentados bem menor do que o da iniciativa privada. Segundo Hauschild, o peso dessa conta deverá ser amortecido no futuro com a instituição da aposentadoria complementar, matéria que está em tramitação no Congresso Nacional.
Se a mudança for aprovada, quem entrar agora no serviço público deverá receber, quando se aposentar, o teto da Previdência Social (R$ 3.690). Para receber o salário da ativa, teria que contratar um plano de previdência complementar.
AGNU E CHA DA TARDE PARA APOSENTADOS E PENSIONISTAS
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DIA NACIONAL DOS APOSENTADOS
APOSENTADOS E PENSIONISTAS PARTICIPAM DO CHÁ DA TARDE DO SINDIRECEITA DS-MANAUS/AM - 20/07/2010
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
A DS-Manaus/AM agradece a presença dos colegas que compareceram ao CHA DA TARDE, compartilhando experiências que construíram a Receita Federal no Amazonas. Colegas que trabalharam em diversos munícipios espalhados pela região norte como Benjamin Constant, Tabatinga, Tefé, Itacoatiara, Parintins, São Gabriel da Cachoeira e diversos outros lugares.
DS-Manaus/AM.
CHÁ DA TARDE
O melhor café regional, a melhor tapiocaRua Paraíba, 20, Conjunto Abílio Nery, Adrianópolis,
3642-9377 e 3236-2869. 6h/20h30 (seg. a sáb. e feriados); e 7h/13h (dom.).
Contamos com a presença de todos
DS-Manaus/AM.
Relatório sobre a PEC 555/06 é aprovado na Comissão Especial
A Comissão Especial que analisa a PEC 555/06, que acaba com a contribuição previdenciária de inativos e pensionistas no serviço público, votou e aprovou na tarde de ontem (14) o parecer do relator substituto, Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que agora segue para o plenário da Casa, para ser votado em dois turnos, antes de seguir para o Senado. No total foram 9 votos favoráveis, 1 branco e 1 abstenção.
Os parlamentares que integram a Comissão Especial votaram contra o relatório do relator, deputado Luiz Alberto (PT-BA), por acreditarem que poderiam avançar mais no substitutivo do relator. De acordo com o texto, apresentado na semana passada, ao completar 61 anos de idade, o servidor passaria a pagar 90% da contribuição. Esse índice seria 10% menor a cada ano, até chegar à isenção completa aos 70 anos de idade, quando a aposentadoria é compulsória.
Já o novo texto aprovado isenta os aposentados e pensionistas da contribuição a partir dos 65 anos. A proposta também estabelece uma redução gradual de 20% ao ano, a partir dos 61 anos de idade, ou seja, o servidor passará a pagar 80% da contribuição que será 20 pontos percentuais menor a cada ano, até se chegar à isenção completa aos 65 anos. A matéria foi aprovada na forma de substitutivo. A regra, caso seja aprovada, valerá para todos os aposentados e pensionistas do serviço público, em todos os níveis de governo (federal, estadual e municipal). Os servidores aposentados por invalidez permanente ficam isentos da cobrança. O substitutivo segue agora para análise do Plenário da Câmara dos Deputados, onde deverá ser votado em dois turnos.
Outra mudança importante, segundo o relator foi a inclusão da não retroatividade, ou seja, os servidores que já pagaram não poderão reivindicar a devolução. Arnaldo Faria de Sá acredita que a proposta aprovada aliviou o governo da sua maior preocupação que seria a criação de um passivo sem receita correspondente para os cofres públicos, normalmente chamado de “esqueleto”. “Quem já pagou não terá como recuperar o dinheiro”, disse.
Durante as discussões, o maior opositor ao relatório foi o deputado José Genoíno (PT-SP). Ele alegou o impacto orçamentário e o “princípio da solidariedade” para combater a proposta. Segundo ele, a medida não favorece a distribuição de renda, pois a contribuição – que incide sobre os servidores de maiores salários – serviria para financiar as aposentadorias de menores valores. “Seria mais correto aplicar uma redução por faixa salarial, porque a aplicação do mesmo percentual para todos concentra ainda mais a renda no País”, declarou.
Plenário
Apesar da votação na comissão especial, não há previsão de quando o assunto será analisado pelo Plenário. Os líderes partidários definiram, na terça-feira (13), que a Câmara realizará sessões deliberativas nos dias 3, 4 e 5 de agosto, e depois nos dias 31 de agosto, 1º e 2 de setembro. “Acho que só votaremos depois das eleições”, disse Arnaldo Faria de Sá.
A diretora de Aposentados e Pensionistas do Sindireceita, Helenita Souza Nascimento, acompanhou a votação na Comissão Especial. Ela lembra que as discussões vão prosseguir e que é preciso manter a mobilização para que a proposta possa passar pelo Plenário, se possível, antes das eleições. “Temos que manter o empenho e trabalhar junto aos líderes de partidos e do governo para colocarmos a proposta na pauta de votação”, disse. A diretora da DEN também pediu a colaboração dos colegas Analistas-Tributários e dos delegados sindicais para que ajudem a sensibilizar os parlamentares em seus estados. (Com informações da Agência Câmara)












